Quando escuto os trechos da música, - citados com aspas no desenho -, é como se a música estivesse falando comigo. Porque é isso que acontece quando desenho – minha alma encontra paz. O Pingo, o hamster fofinho da Maju, é mais do que um personagem; ele é um símbolo dessa tranquilidade, dessa vontade de criar um universo onde há sempre um jeito de seguir em frente.
A música te dá ritmo, te inspira a continuar. E desenhar transforma o que está no coração em algo que você pode ver e compartilhar. É como construir uma ponte entre o que você sente e o que o mundo pode entender. Essa união me faz enxergar, mesmo em dias difíceis, como dizem os Racionais, “cada lugar uma história, cada esquina, um clima” – e tudo isso pode virar arte.
Se você tem algo a dizer, seja em palavras, traços ou melodias, não guarde só pra você. Criar é transformador. E talvez, assim como a Maju e o Pingo, você descubra que o poder de se reinventar tá mais perto do que imagina.


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