sábado, 12 de julho de 2025

Redesenhando a Maju... Em sua versão 2020 💙📝



📝 Relembrando a Maju que criei em março de 2020💙 

Era uma sexta-feira de inverno, eu tava sozinha em casa... e meu coração quis voltar no tempo 🧣✨
Na tela digital, mas com fundo de caderno antigo (porque a memória pede linha azul, né?), desenhei com o mesmo sentimento de quando tudo começou... E ela apareceu de novo: a Maju 🌱

Sentadinha no meio da rua, entre um carro e uma moto 🚗💨🏍️
No caos da cidade, ela respira como se tudo fosse silêncio — e sorri.
Com a blusa verde folha, os olhos fechadinhos e o cabelo azul de sempre, parecia dizer: “tô aqui ainda, Gi... nunca fui embora.” 🥹💙

Ao redor dela, figuras meio surreais, meio reais demais:
uma senhora brava, uma moça que parece saída de uma novela, um menino com olhar perdido e um gato atravessando a rua como se tivesse rumo 🐱👵👧🏻👦
Tudo isso misturado com prédios gigantes e tortos, bem como São Paulo me desenha por dentro às vezes 🏙️🌀

Maju nasceu em março de 2020, no auge das minhas urgências de expressão, no meio do medo do mundo e do amor que resistia mesmo assim 💔🌍
Mas ontem à noite, dia 11 de julho de 2025, ela renasceu pelas minhas mãos — e dessa vez foi diferente.
Ela me lembrou que tudo que é verdadeiro volta. Nem que seja no traço.

🎧 Trilha sonora: Forfun — Costa Verde
🖊️ Desenho digital feito com alma de caderno velho.

Obrigada por nunca me abandonar, Maju.
Você é a parte minha que sempre volta pra me salvar 💙✨


 

Nenhum comentário:

Postar um comentário