📝 Relembrando a Maju que criei em março de 2020💙
Era uma sexta-feira de inverno, eu tava sozinha em casa... e meu coração quis voltar no tempo 🧣✨
Na tela digital, mas com fundo de caderno antigo (porque a memória pede linha azul, né?), desenhei com o mesmo sentimento de quando tudo começou... E ela apareceu de novo: a Maju 🌱
Sentadinha no meio da rua, entre um carro e uma moto 🚗💨🏍️
No caos da cidade, ela respira como se tudo fosse silêncio — e sorri.
Com a blusa verde folha, os olhos fechadinhos e o cabelo azul de sempre, parecia dizer: “tô aqui ainda, Gi... nunca fui embora.” 🥹💙
Ao redor dela, figuras meio surreais, meio reais demais:
uma senhora brava, uma moça que parece saída de uma novela, um menino com olhar perdido e um gato atravessando a rua como se tivesse rumo 🐱👵👧🏻👦
Tudo isso misturado com prédios gigantes e tortos, bem como São Paulo me desenha por dentro às vezes 🏙️🌀
Maju nasceu em março de 2020, no auge das minhas urgências de expressão, no meio do medo do mundo e do amor que resistia mesmo assim 💔🌍
Mas ontem à noite, dia 11 de julho de 2025, ela renasceu pelas minhas mãos — e dessa vez foi diferente.
Ela me lembrou que tudo que é verdadeiro volta. Nem que seja no traço.
🎧 Trilha sonora: Forfun — Costa Verde
🖊️ Desenho digital feito com alma de caderno velho.
Obrigada por nunca me abandonar, Maju.
Você é a parte minha que sempre volta pra me salvar 💙✨

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